A repercussão ganhou ainda mais força após declarações da apresentadora Jaqueline Mendes, durante programa na Ubatã FM, onde criticou duramente a gestão municipal. Segundo ela, a própria prefeita incentivava a população a se preparar para o São João de 2026. No entanto, faltando cerca de 30 dias para o evento, a festa foi cancelada, pegando todos de surpresa.
O impacto foi imediato: comerciantes no prejuízo, trabalhadores sem renda extra e a economia local diretamente atingida. “A cidade perde arrecadação e o povo perde o ganha-pão”, destacou a apresentadora.
Mas o que mais chama atenção são os números. Informações apontam que o município arrecadou mais de R$ 86 milhões entre janeiro de 2025 e março de 2026. Diante disso, cresce o questionamento nas ruas:
Se tem dinheiro, por que não teve São João?
E agora surge outro ponto ainda mais sensível:
Cadê a Câmara de Vereadores para fiscalizar o dinheiro público?
A população começa a cobrar posicionamento firme do Legislativo municipal. O papel de fiscalização está sendo exercido? O que está sendo apurado? O silêncio incomoda.
O nome do presidente da Câmara, Matheus de Joilson, e dos demais vereadores entra no centro do debate. A sociedade quer respostas claras:
O que realmente está acontecendo em Itapitanga?
Existe transparência nessa decisão?
Houve falha de planejamento ou algo além disso?
Enquanto cidades vizinhas seguem com suas programações juninas normalmente, Itapitanga vive um cenário de dúvidas, críticas e pressão popular.
Politicamente falando, o episódio expõe fragilidades na gestão e acende um alerta sobre a atuação do Legislativo. A confiança pública está sendo testada — e a cobrança só aumenta.
A pergunta continua no ar… e cada vez mais alta:
Quem vai explicar essa situação para o povo?
Fonte: Galeguinho dos Áudios
478