De acordo com relatos divulgados nas redes sociais, vídeos mostram moradores indignados afirmando que os peixes distribuídos apresentavam forte odor e sinais visíveis de deterioração, sendo classificados por alguns como impróprios para consumo. A repercussão do caso gerou preocupação generalizada entre as famílias beneficiadas pelo programa social.
Diante da situação, a gestão municipal informou que uma equipe técnica foi acionada para averiguar as condições do produto. Após a análise, foi constatado que a carga não atendia aos padrões adequados de qualidade. Com isso, a prefeita determinou a imediata interrupção da entrega, orientando a população a não consumir o alimento.
Como medida corretiva, a Prefeitura notificou a empresa responsável pelo fornecimento e exigiu a substituição integral da carga. Segundo a administração municipal, uma nova remessa de peixe — do tipo corvina — foi solicitada e será distribuída diretamente nas residências das famílias cadastradas, garantindo mais controle e segurança na entrega.
Em nota, a prefeita destacou que a decisão foi tomada com base na responsabilidade com a saúde pública e na correta aplicação dos recursos públicos. A gestão também reforçou o compromisso de assegurar alimentos de qualidade, especialmente em ações sociais de grande alcance como a tradicional distribuição da Semana Santa.
O caso segue repercutindo nas redes sociais e levanta discussões sobre a fiscalização na aquisição de alimentos destinados a programas públicos, além da importância da vigilância sanitária na proteção da população.
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