A informação foi divulgada nas redes sociais do ex-gestor, que comemorou o resultado e destacou que a decisão do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia demonstra o compromisso da gestão com a transparência, responsabilidade e respeito na aplicação dos recursos públicos durante o período em que esteve à frente da prefeitura.
Segundo William Almeida Sena, a administração municipal trabalhou com seriedade para garantir que os recursos fossem aplicados de forma eficiente, sempre pensando no bem-estar da população de Dário Meira.
O julgamento das contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia faz parte do processo de fiscalização das gestões municipais, analisando a aplicação dos recursos públicos e a regularidade administrativa das prefeituras.
Fonte: / TCM-BA
Informação com credibilidade e transparência – Galeguinho dos Áudios. 📰🎙️
Política
ANDREA CASTRO PARTICIPA DA LAVAGEM DO BONFIM E DESTACA FÉ, TRADIÇÃO E IDENTIDADE CULTURAL DA BAHIA
A primeira-dama de Itabuna, Andrea Castro, marcou presença na tradicional Lavagem do Bonfim, realizada nesta quinta-feira (15), em Salvador, um dos maiores e mais simbólicos eventos religiosos e culturais do Brasil. A celebração, que reúne fé, história e manifestações populares, atrai anualmente milhares de pessoas, entre fiéis, turistas, autoridades religiosas e lideranças políticas.
O evento contou com a presença do prefeito de Itabuna, Augusto Castro, além de secretários municipais, representantes de comunidades, e do governador do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues, reforçando a importância institucional e cultural da celebração para o povo baiano.
Durante o cortejo, Andrea Castro ressaltou a importância da Lavagem do Bonfim como um momento de devoção, união e respeito às tradições que formam a identidade da Bahia.
“A Lavagem do Bonfim representa fé, esperança e união. É uma celebração que ultrapassa o aspecto religioso e reforça valores como respeito, diversidade e amor ao próximo, tão necessários nos dias de hoje”, afirmou a primeira-dama de Itabuna.
Com mais de 200 anos de história, a Lavagem do Bonfim teve início no século XIX e se consolidou como um dos maiores símbolos do sincretismo religioso da Bahia. A festa une o catolicismo, representado pela devoção ao Senhor do Bonfim, e as religiões de matriz africana, em um ato marcado pelo respeito, pela ancestralidade e pela força da cultura popular.
O tradicional percurso, que sai da Igreja da Conceição da Praia até a Colina Sagrada do Bonfim, é acompanhado por baianas trajadas a caráter, grupos culturais, fiéis e representantes de diversos segmentos da sociedade. A lavagem das escadarias, com água de cheiro, simboliza purificação, renovação da fé e pedidos de paz.
A AMURC ASSINA TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA COM O MINISTÉRIO DA IGUALDADE RACIAL, NESTA SEXTA
A Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste Baiano, representada pelo presidente Elder Fontes, estará aderindo ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR, durante a solenidade “Caminhos Abertos para a Igualdade Racial na Bahia, nesta sexta-feira ,16/01, em Camaçari.
Ao aderir ao SINAPIR, a Associação amplia a possibilidade dos municípios associados da AMURC, que manifestarem interesse, de ter acesso às seguintes políticas públicas: Política Nacional de Povos de Terreiro e Comunidades de Matriz Africana, Plano de Juventude Negra Viva e Política Nacional de Gestão Territorial e
Ambiental Quilombola.
Serviço
O que? A AMURC estará aderindo ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial – SINAPIR do
Ministério da Igualdade Racial
Como? O ato acontece durante a Solenidade “Caminhos Abertos para a Igualdade Racial” do Ministério da Igualdade Racial
Onde? Cidade do Saber – Camaçari
Quando? 16/01 (sexta-feira), das 13 às 16h30
Programação:
13h – Atividades paralelas: Reunião de Gestores de Promoção da Igualdade Racial e Apresentação de
Pesquisas sobre Políticas de Igualdade Racial
15h – Início da Cerimônia Oficial (apresentação das políticas e fala das autoridades)
TRUMP DIZ QUE EUA DEVEM “ADMINISTRAR” A VENEZUELA E EXPLORAR PETRÓLEO DO PAÍS POR VÁRIOS ANOS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o governo norte-americano deve seguir “administrando” a Venezuela e explorando as reservas de petróleo do país sul-americano “por muitos anos”.
A declaração foi feita em entrevista ao jornal The New York Times, publicada nesta quinta-feira (8). Na conversa, Trump afirmou que o governo interino venezuelano, liderado pela vice-presidente de Nicolás Maduro, Delcy Rodríguez, “está nos dando tudo o que consideramos necessário por enquanto”.
Questionado sobre por quanto tempo a atuação de Washington sobre Caracas deve se estender, o presidente norte-americano respondeu: “Só o tempo vai dizer”.
Durante a entrevista, Trump também declarou que o plano envolve a reconstrução da Venezuela com foco econômico. “Mas vamos reconstruir a Venezuela de uma forma muito lucrativa. Vamos usar petróleo e vamos importar petróleo. Vamos baixar os preços do petróleo e vamos dar dinheiro à Venezuela, que precisa desesperadamente disso”, afirmou
MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL INSTITUI GRUPOS DE TRABALHO PARA COMBATER CRIME ORGANIZADO E ACOMPANHAR NORMAS NAS ELEIÇÕES 2026
O Ministério Público Eleitoral colocou em funcionamento, desde 1º de janeiro, dois grupos de trabalho (GTs) com atuação prevista até 31 de outubro de 2027. A medida visa coordenar a atuação ministerial durante o processo eleitoral deste ano, que levará mais de 150 milhões de brasileiros às urnas em outubro para escolher presidentes, governadores, deputados e senadores.
Um dos GTs, o de Combate ao Crime Organizado no Âmbito Eleitoral, será composto por quatro procuradores regionais eleitorais e dois membros auxiliares da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE). A finalidade, conforme estabelecido, é elaborar estudos e um plano de ação para nortear o trabalho do MP em todo o país no enfrentamento à infiltração de organizações criminosas no processo eleitoral.
O grupo terá a atribuição de prestar apoio a promotores e procuradores, levantar informações e estreitar o diálogo com os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaecos) e os Núcleos de Inteligência dos Ministérios Públicos Federal e estaduais. Esse trabalho coordenado está previsto na Resolução nº 297/2024 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). O GT também acompanhará a jurisprudência e as normas eleitorais sobre o tema, podendo elaborar notas técnicas.
O texto cita que procuradores de diversos estados têm demonstrado preocupação com denúncias sobre interferência de milícias e do crime organizado nas disputas eleitorais. Lembra ainda que, nas últimas eleições, o MP Eleitoral conseguiu barrar na Justiça o registro de candidatos a vereador em Belford Roxo e em Niterói, no Rio de Janeiro, “por envolvimento dos políticos com grupos criminosos”. A base legal para essas ações está na Constituição Federal e na Lei dos Partidos Políticos, que impedem a candidatura de pessoas ou partidos envolvidos com organizações paramilitares.
O segundo grupo, de Acompanhamento Legislativo e Jurisprudencial, é formado por oito procuradores regionais eleitorais e dois membros auxiliares da PGE. Sua função será acompanhar propostas e debates legislativos sobre regras eleitorais, bem como as normas editadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a disputa, podendo emitir notas técnicas e manifestações.
Além disso, o grupo ficará responsável por reunir jurisprudência sobre temas de interesse do MP para encaminhar mensalmente ao Grupo Executivo Nacional da Função Eleitoral (Genafe). O objetivo declarado é “auxiliar o trabalho deles na fiscalização de eventuais abusos e irregularidades, bem como na definição de teses a serem defendidas nos tribunais”.
As Portarias PGE nº 65/2025 e nº 66/2025, que criam os dois grupos de trabalho, foram assinadas pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa.
DE COLÔMBIA A IRÃ, TRUMP AMEAÇA MAIS CINCO PAÍSES APÓS AÇÃO CONTRA VENEZUELA
Desde a ofensiva sem precedentes dos Estados Unidos contra a Venezuela de Nicolás Maduro, no último sábado (3), o presidente americano, Donald Trump, ameaçou outros cinco países em diferentes regiões do mundo, numa escalada retórica que acende alertas e gera temor de novas intervenções militares.
Em apenas três dias, Trump apontou Colômbia, Cuba, México, Irã e Groenlândia, este último território semiautônomo da Dinamarca, como territórios de alguma forma prioritários para a segurança dos EUA.
O caso de maior tensão é o de Bogotá. O republicano disse no fim de semana que o líder colombiano, Gustavo Petro, deveria “tomar cuidado” e descreveu o primeiro presidente de esquerda do país como “um doente que gosta de produzir cocaína e vendê-la” para os EUA. Em tom de ameaça, ainda acrescentou que “ele [Petro] não vai fazer isso por muito mais tempo”.
Em seguida, questionado se os EUA fariam uma ação militar contra a Colômbia, o americano afirmou que a ideia lhe parecia boa. Petro rebateu dizendo que “pegará em armas” diante das ameaças de Trump.
Em relação ao México, outra nação da América Latina governado pela esquerda, Trump afirmou que o país não faz o suficiente para reprimir os cartéis de drogas. Assim, afirmou, Washington terá de “fazer alguma coisa”, considerando que as substâncias ilícitas estariam inundando o território mexicano.
“[A presidente Claudia Sheinbaum] é uma boa mulher, mas os cartéis estão administrando o México. Ela não está administrando o país”, afirmou Trump, sem apresentar provas.
Cuba, aliada da Venezuela e outro país governado pela esquerda na região, também foi mencionada. Trump disse que uma intervenção militar na ilha provavelmente não será necessária, pois, segundo ele, Havana parece estar prestes a “entrar em colapso”. A sinalização
Também no fim de semana, em entrevista publicada pela revista The Atlantic no domingo (4), Trump, embalado pela intervenção na Venezuela, voltou a dizer que o território dinamarquês no Ártico é de interesse dos EUA. No mesmo dia, afirmou que a região é essencial “do ponto de vista da segurança” de Washington.
“Chega de insinuações. Chega de fantasias sobre anexação”, respondeu a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen. “Infelizmente, acho que o presidente americano deve ser levado a sério”, acrescentou ela à DR, a emissora pública dinamarquesa.
Trump ainda voltou a ameaçar o Irã, país que no ano passado também foi atacado pelos EUA. O republicano diz que Washington vai ajudar os manifestantes no país persa se as forças de segurança atirarem contra eles e matá-los.
“Se eles começarem a matar pessoas como fizeram no passado, acho que serão duramente atingidos pelos EUA”, disse Trump no domingo.
Os protestos contra a inflação em alta se espalharam nos últimos dias pelo Irã, com confrontos entre manifestantes e forças de segurança. Grupos de direitos humanos relataram pelo menos 25 mortes desde o dia 31.
Na madrugada do sábado (3), horário de Brasília, os Estados Unidos da América invadiram a Venezuela e sequestraram o presidente do país, Nicolás Maduro, segundo publicação de Donald Trump em uma rede social. De acordo com o governante norte-americano, as tropas invasoras retiraram Maduro e a primeira-dama Cilia Flores do país.
“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua esposa”, escreveu Trump. “Esta operação foi realizada em conjunto com as forças policiais dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Obrigado pela atenção!”, concluiu.
Após o ataque norte-americano à Venezuela, que tem mais de dois mil quilômetros de fronteira terrestre com o Brasil, o Governo Lula convocou reunião de emergência para discutir a agressão contra o país vizinho.
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