A decisão, segundo o órgão, foi tomada por questões de segurança estrutural da ponte, visando evitar riscos de acidentes e possíveis danos mais graves à infraestrutura. No entanto, a restrição impacta diretamente o transporte de mercadorias, obrigando motoristas a buscarem rotas alternativas, o que aumenta o tempo de viagem e os custos operacionais.
Caminhoneiros relatam dificuldades e prejuízos, destacando que a medida, apesar de necessária do ponto de vista técnico, tem causado transtornos significativos. Muitos profissionais afirmam que não houve planejamento adequado para minimizar os impactos da proibição.
Por outro lado, o DNIT informou que já está em andamento a construção de uma nova ponte sobre o Rio Jequitinhonha. A obra tem como objetivo garantir mais segurança, fluidez no tráfego e melhores condições para o escoamento da produção na região.
Enquanto a nova estrutura não é concluída, a expectativa é que medidas emergenciais e rotas alternativas sejam melhor organizadas para reduzir os prejuízos enfrentados pelos caminhoneiros e demais usuários da BR-101.
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